Ouvindo o partido
O PP se reúne hoje para iniciar o debate que vai definir os rumos do partido nas eleições estaduais deste ano. O partido assume um papel fundamental na eleição deste ano. O seu presidente, o deputado federal Eduardo da Fonte, busca entrar na disputa pelo Senado, em uma das vagas na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Aliás, foi a governadora Raquel Lyra quem pediu a Eduardo da Fonte essa antecipação para este mês de fevereiro da decisão do partido, o que causou essa reunião pós-carnaval. Antes, Dudu tinha pensado em tratar do assunto apenas depois do prazo de filiações, mas atendeu o pedido da gestora e antecipou.
Não existe hoje a menor dúvida de que o partido é majoritariamente raquelista. Embora, tenham surgido comentários nas últimas semanas, que a porta não está fechada para um apoio a João Campos (PSB). No entanto, este segundo cenário é bem mais difícil se realizar. Além disso, o PP não marchará sozinho, existe uma federação com o União Brasil que hoje é comandado por Miguel Coelho e que também estaria de olho em uma das vagas.
Aliás, a própria governadora Raquel Lyra afirmou em entrevista no fim da semana passada, que abriu conversas também com Miguel Coelho e que estaria disposta a dar a federação, as duas vagas de senador. Este cenário, ao que se diz, não é muito agradável a Eduardo da Fonte, tendo em vista que são apenas duas vagas e do lado de João Campos existe hoje a postulação do senador Humberto Costa, tido como favorito nas pesquisas.
É como esse cenário que o PP vai iniciar o debate interno. Se vai ter logo de cara uma definição, ainda não se sabe.
Casamento
Foi bastante prestigiado no último sábado o casamento de João Campos com Tabata Amaral. O evento reuniu nomes da política nacional como Geraldo Alckmin (presidente da república em exercício) e o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
Fator Marília
Outro ponto que tem deixado postulantes ao Senado de olho, é a possibilidade da ex-deputada federal Marília Arraes, entrar na disputa por uma das vagas ao Senado. Para este projeto, Marília pode entrar no PDT e apresenta em seu favor os números da pesquisa Datafolha do início do mês.
Enrolado
Por falar no PDT, o dirigente nacional da legenda, Carlos Lupi, concedeu entrevista ontem à Folha de São Paulo que pode jogar água no Chope de Marília Arraes: Lupi disse que a prioridade no partido é filiar Marília e ela ser candidata a senadora ou com João ou com Raquel. "preciso de uma composição que garanta isso" sem acenar com a possibilidade de uma candidatura avulsa.
Sem citação
Ou seja, na hipótese de Marília (se filiar ao PDT) e João não der a ela espaço na majoritária, a ex-deputada poderia ir para o palanque de Raquel. (Mesmo fazendo a oposição que Marília faz hoje). Na entrevista, Lupi não cita em momento nenhum uma possível candidatura avulsa.
Vaga
Com Marília no jogo, acreditam que a depender da estratégia usada, ela poderia garantir uma das vagas ao Senado. Em 2022, Marília conseguiu encerrar o primeiro turno à frente dos demais candidatos. Caso ela consiga fazer uma campanha colando sua imagem na do presidente Lula, passaria a ter uma candidatura competitiva.
Briga
O ex-prefeito de Jaboatão e presidente do PL em Pernambuco partiu pra cima do ex-ministro Gilson Machado a quem chamou de traidor. Segundo Anderson, Gilson traiu o PL, Flávio Bolsonaro e também Jair Bolsonaro ao deixar o partido e se filiar ao Podemos. Anderson disse que os eleitores da direita não esquecerão disso.
Pessoal
Para o dirigente do PL, Gilson não abandonou o PL em busca de disputar uma vaga no Senado pelo Podemos, mas sim uma de deputado federal. Esta, o partido já tinha lhe dado a garantia. "Essa é a prova de que não existia um projeto político, mas pessoal" afirmou Anderson Ferreira.
Silvinho Silva, editor do Blog
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