O grande desafio de Anderson Ferreira (PL) é conseguir viabilizar o seu projeto de se tornar senador sem uma chapa de governador para puxá-lo. Muita gente chama de candidatura avulsa, mas isso não existe. Seria como o PL bancar por sua própria conta e risco, uma candidatura majoritária ao Senado sem estar oficialmente em uma chapa de nenhum candidato a governador. Algo quase inédito em Pernambuco.
O motivo que inviabiliza Anderson Ferreira em uma chapa de um candidato ao Governo é simples: Nem Raquel Lyra e nem João Campos pretendem abrir palanque para o presidenciável Flávio Bolsonaro. João já declarou claramente seu voto em Lula a quem já disse inclusive que era o seu soldado, e Raquel Lyra não fará oposição em nenhuma hipótese ao presidente, nem mesmo se o seu partido, o PSD, apresentar um nome para Presidente da República.
Com isso, Anderson iria tentar ao máximo nacionalizar o debate do Senado Federal. Justificativa plausível ele encontra para isso. Por exemplo, o ano de 2022 quando Teresa Leitão foi eleita senadora graças a colar sua imagem na de Lula e Gilson Machado ficou em segundo lugar colando sua imagem a de Bolsonaro. Seria uma estratégia e tanto. Isso porque o PL acredita que a nacionalização colocaria pelo menos um nome no Senado e o outro ficaria com o PT.
De malas prontas
O deputado EAD, Romero Albuquerque, deixará no mês de março o União Brasil. Ele vai se filiar ao PSB do prefeito João Campos de quem é um grande defensor.
Duas vagas
O PL poderia até apresentar dois nomes para concorrer ao Senado. No entanto, tendo em vista o histórico de sempre o PT fazer um senador nas eleições gerais, será menos arriscado focar em apenas um nome.
Gilson Machado
Caso queira levar adiante o seu desejo de concorrer ao Senado Federal, o ex-ministro Gilson Machado Neto pode mudar de partido. Segundo informações de bastidores, ele vem conversando com algumas legendas que queiram viabilizar o seu projeto. Uma delas, é o Novo.
Escolha
A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) da Alepe, esteve reunida ontem para tratar de projetos enviados pelo Governo de Pernambuco nesse recesso. Foram escolhidos como relatores, os deputados oposicionistas: Alberto Feitosa (PL), Sileno Guedes (PSB) e Waldemar Borges (MDB).
Vai com Raquel
O deputado federal Clodoaldo Magalhães, anunciou que o seu partido, o PV, que faz parte da federação Brasil Esperança que reúne PT, PC do B, vai apoiar a reeleição da atual governadora Raquel Lyra. "Esse choque de gestão na mobilidade e humanização é o que o PV defende, um estado que funciona para quem produz e para quem circula, rompendo com o ciclo de inércia das gestões anteriores" disse em nota.
Silvinho Silva, editor do Blog
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