O cenário nacional não está (pelo menos ainda) tão favorável ao presidente Lula (PT). Apesar de estar liderando pesquisas no cenário de primeiro turno, em um provável segundo, existe no mínimo um empate técnico.
Soma-se a isso algumas dores de cabeça que o presidente Lula tem enfrentado na montagem de palanques estaduais, principalmente aqui no nordeste. No Ceará, Lula conta com um forte opositor liderando pesquisas para o Governo que é Ciro Gomes. Na Bahia, ACM Neto mostra força e poderia vencer hoje o governador Jerônimo Rodrigues.
Diante disto, muita gente defende que onde o presidente puder ampliar sua base de apoios, ele amplie. É o caso de Pernambuco. Ontem em entrevista ao Diário de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) disse novamente que cabe a ela apontar o destino de seu partido nas eleições presidenciais aqui no estado, deixando a porta aberta para uma aliança pela reeleição de Lula.
Raquel tem hoje um grande trunfo. De acordo com pesquisas recentes, seu nome é forte no pleito estadual, bem diferente do cenário do ano passado. Sem contar a aprovação de sua gestão que patina na casa dos 60%. Além disso, ela conta com um pré-candidato a senador que levanta a bandeira em defesa do presidente Lula que é o deputado federal Túlio Gadelha (PSD).
Entre ser João ou Raquel, o presidente Lula pode preferir ter os dois fazendo campanha para ele e assim garantir uma ampla votação no estado.
Cenário diferente
Lula já conseguiu vinte anos atrás colocar no mesmo palanque Eduardo Campos e Humberto Costa que concorriam ao Governo , fazendo campanha para ele. Vinte anos depois, o presidente pode ter novamente dois dos principais candidatos pedindo votos para Lula, mas sem estar no mesmo palanque.
Com Lula
Em 2006, tanto Eduardo Campos quanto Humberto Costa estavam na oposição ao governo de Mendonça Filho e o socialista conseguiu ir para o segundo turno quando venceu a eleição. Com Raquel e João em campos opostos o tempo é outro bem diferente.
Filme de Bolsonaro
É hoje o pré-lançamento de A Colisão dos Destinos em duas sessões já esgotadas , no teatro Beberibe, Centro de Convenções de Olinda. Sessão 1 às 19h e Sessão 2 às 21h.
O troco
Depois de ter recebido uma verdadeira traição do prefeito de Camaragibe, o pré-candidato a governador pelo PSB, João Campos, recebeu o apoio de Jorge Alexandre que é filiado ao Podemos e foi derrotado por Diego Cabral. Cabral era filiado ao Republicanos de Silvio Costa Filho. Ele trocou pelo PSD.
Traição histórica
Em 2024, indicado pela ex-prefeita Nadegi, Diego Cabral fez sua campanha praticamente colado no então prefeito João Campos do Recife, que gravou vídeo para sua campanha e chegou tirar o PSB da disputa. Após sua eleição, Diego Cabral se tornou um dos principais aliados da governadora Raquel Lyra.
Lançamento
A governadora Raquel Lyra comanda o lançamento operacional dos novos policiais militares que atuarão no Recife e no Cabo de Santo Agostinho. Ao todo, mais de 2 mil soldados passam a reforçar as ruas da Região Metropolitana do Recife, com atuação prioritária no policiamento a pé. A programação será dividida em dois momentos: o primeiro lançamento ocorre às 7h, no Quartel do Comando-Geral da Polícia Militar, no Derby, área central do Recife; e o segundo, às 9h, no centro do Cabo de Santo Agostinho.
Silvinho Silva, editor do Blog
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