Foto: Américo Santos


A deputada Delegada Gleide Ângelo esteve em Goiana nesta terça-feira (31) para fazer a entrega de embarcações e equipamentos para a Associação de Pescadores e Pescadoras de Tejucupapo, com o objetivo de fortalecer a atividade da pesca artesanal e o trabalho das mulheres marisqueiras da região. A ação foi viabilizada por meio de emendas parlamentares destinadas pela deputada estadual.

Ao lado da vereadora Ana Braço Forte (DC) e da gestora da associação, Amara Muniz Cardozo, a Delegada entregou 10 barcos, 30 motores, 40 redes e 100 carros de mão, além de peneiras e caldeirões destinados às mulheres marisqueiras da comunidade. “Esses equipamentos representam mais do que apoio material: eles são geração de renda, autonomia e valorização de uma comunidade que tem na pesca artesanal a sua história, a sua força e o seu sustento”, destacou a parlamentar. Reconhecida por sua tradição e resistência, a comunidade de Tejucupapo tem na pesca extrativista uma das principais bases de sustento de muitas famílias. Com a chegada dos novos equipamentos, a expectativa é garantir melhores condições de trabalho, ampliar a capacidade produtiva da associação e reforçar a geração de renda das famílias que vivem da pesca e da mariscagem. 

Não é de hoje que a Delegada vem atuando para o fortalecimento junto às mulheres das águas. Ao longo de seu mandato na Assembleia Legislativa, a parlamentar vem consolidando sua atuação junto a comunidades pesqueiras em Lagoa do Carro, Sirinhaem e no litoral norte da Região Metropolitana. Além disso, em parceria com o deputado federal Lula da Fonte (Federação Progressista), a Delegada Gleide apresentou  um projeto de lei que garante o Seguro Defeso para todas as marisqueiras e mulheres que vivem da extração de moluscos e de crustáceos. 

“Fortalecer o trabalho das pescadoras e marisqueiras é olhar para mulheres que acordam cedo, enfrentam a maré, o sol e o cansaço para garantir o sustento dentro de casa. São mulheres de coragem, de luta e de mãos que carregam história, alimento e dignidade. Garantir equipamentos, apoio e políticas públicas para essas trabalhadoras é uma questão de dignidade, justiça e valorização de quem vive do mar e dos seus frutos”, concluiu.