A força do PL nas eleições
Com o fim das filiações partidárias neste ano, o PL do presidenciável Flávio Bolsonaro deve se sagrar o maior partido na Câmara Federal com no mínimo 105 deputados.
Em Pernambuco, segundo o presidente estadual da legenda, Anderson Ferreira, o partido deve fazer de quatro a cinco deputados federais. Apesar da saída de dois dos que foram eleitos em 2022, a expectativa cresce em torno de nomes como os atuais deputados federais André Ferreira e Mendonça Filho, além de novatos como é o caso de Thiago Medina que é vereador do Recife e conta com o apoio do deputado federal Nikolas Ferreira que vem incentivando diversos nomes na juventude.
A votação neste campo da direita é de pelo menos 30% dos votos. Isso beneficia também o nome de Anderson Ferreira que vai disputar o Senado atendendo a um pedido de Flávio Bolsonaro. Soma-se a isso a multiplicação de candidatos a senador no campo progressista. Hoje, pelo menos quatro nomes estão no páreo: o atual senador Humberto Costa (PT), o deputado federal Túlio Gadelha (PSD), a vereadora recifense Jô Cavalcanti (PSOL) e a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT).
O PL, vale lembrar terá um tempo de tv bastante significativo, além da liberdade de uso de nomes do ex-presidente Jair Bolsonaro e do presidenciável Flávio Bolsonaro. Isso pode impulsionar o partido a ter um excelente resultado nas urnas, muito além do esperado.
Saída
A vereadora recifense Andreza e o deputado estadual Romero Albuquerque, anunciaram na noite da sexta-feira (3), filiação ao União Progressista. Na semana passada, ambos tinham anunciado filiação ao PSB com ficha abonada por João Campos.
Brejo
Cumprindo sua primeira agenda de pré-candidato no interior, João Campos (PSB) esteve ontem em Brejo da Madre de Deus assistindo a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Neste sábado, ele visita o município do Bonito onde cumpre agenda ao lado do prefeito Ruy Barbosa, também do PSB.
Se explicando
O pré-candidato a deputado federal, Gilson Machado Neto (Podemos), vai ter que passar a campanha se explicando para seus eleitores de direita e conservadores sua mudança de partido. Isso porque o próprio Anderson Ferreira teria garantido legenda a Gilson para ser candidato a deputado federal pelo PL. No entanto, o ex-ministro de Bolsonaro preferiu sair do partido para ser candidato a senador.
A troca
O problema é que no Podemos, Gilson não terá legenda para concorrer ao Senado, mas sim o mesmo espaço que já estava garantido no PL. Essa troca confusa pode gerar muitos questionamentos dentro de sua base eleitoral.
Fim de prazo
Encerra-se neste sábado (4) o prazo para filiações partidárias. Quem tiver interesse em disputar eleição em outubro, precisa estar filiado em alguma legenda.
Silvinho Silva, editor do Blog
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