quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Rodrigo Maia se reúne com governador e deputados

Rodrigo Maia (DEM), em reunião com o governador e parlamentares pernambucanos, no Palácio
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou no Palácio do Campo das Princesas, na manhã desta quinta (17), acompanhado dos deputados federais Wolney Queiroz (PDT), Raul Henry (MDB), Augusto Coutinho (SD), Fernando Monteiro (PP), Silvio Costa Filho (PRB) e Ossésio Silva (PRB). Subiram direto para a reunião com o governador Paulo Câmara (PSB). Na pauta, sucessão presidencial na Câmara dos Deputados.

Também estão presentes os deputados João Campos, Danilo Cabral e Tadeu Alencar, ambos do PSB, Renildo Calheiros e Luciana Santos, ambos do PCdoB, André de Paula (PSD), Fernando Coelho Filho e Marcos Pereira, presidente nacional do PRB. Após a reunião no Palácio, Rodrigo Maia segue com os parlamentares para um almoço num restaurante no bairro do Pina. Participam do almoço não apenas os novos, mas os atuais deputados que não se reelegeram.

"Hoje fiz questão, como sempre faço quando venho a Recife e Pernambjco, de visitar o governador Paulo Câmara, meu amigo, um grande governador e uma referência de gestão para todos nós.Visitá-lo, claro, falar um pouquinho sobre política, mas limitado a isso. É um governador de Estado, não tem que passar desse limite institucional", disse Maia.

Rodrigo Maia disse que ainda espera reverter a posição do PSB de não apoiar sua candidatura. "Estamos conversando, dialogando. o psb é um grandes partidos que a Câmara tem. É um partido histórico, com grandes quadros, começando pelo seu líder, o deputado Tadeu [Alencar], infelizmente tomou uma posição divergente, mas a gente espera que dialogando, conversando, tentar trazê-los de volta, como foi na eleição de 2017. Mas, independente disso, a gente respeita a posição do PSB, tem grandes quadros e certamente vai continuar contribuindo com o palamento como contribuiu nos últimos anos", afirmou.

"A Câmara é uma Casa diversa. Tem mais de 20 partidos. Então, aquele que tem interesse de comandar a casa tem que ter a capacidade de compreender, ouvir a todo e saber construir a síntese daqueilo que representa o plenário da Câmara dos Deputados", destacou.

PSL - Na decisão do PSB de não apoiar a candidatura de maia pesou o fato do PSL ter fechado apoio ao democrata. Como está situado no campo de oposição ao Governo Bolsonaro, a legenda fez uma leitura de que o apoio indicaria uma candidatura mais "governista". 

Maia, refutou essa possibilidade. "A preocupação do PSB que o apoio do PSL seria um apoio do governo todo mundo sabe que não é verdade. foi uma decisão partidária e assim que eu trato. Não misturo as relações, até porque como como diaz a Constituição Há uma fundamental independencia entre os poderes e ela é que garante a democracia entao o PSL terá o espaço dele assim como todos sos partidos, pelo tamanho da sua bancada, terão sua representação garantida", declarou o democrata.

PT - Questionado se também procurou o PT para o apoio à sua candidatura, Maia declarou que os petistas estão sim no seu radar. "Eu dialogo com todos os partidos. Eu dialogo com os 512 deputados, todos foram eleitos e todos têm legitimidade para ser presidente e para votar nopresidente. Por isso estou dialogando com todos".

PCdoB - "A gente já tem uma relação histórica que vem do governo do presidente Aldo Rebelo na Câmara dos Deputados. Nossa relação vem de longe. É uma relação de muito respeito, muita confiança e muito diálogo". 

(Folha de Pernambuco)

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