segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

MANDANDO BRASA - PSDB dá prazo a Alckmin

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2018 está apenas começando

Se o Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) não atingir até o mês de abril 10% das intenções de votos nas pesquisas e caso Jair Bolsonaro (PSL) se estabilize nas pesquisas em segundo lugar o PSDB pode trocar de candidato e colocar o Prefeito de São Paulo, João Doria, como candidato no lugar de Alckmin. A notícia foi publicada ontem pela Folha de São Paulo. O PSDB está totalmente perdido e sem saber o que fazer por conta de seu apoio ao governo Temer. Pode ser que às reformas que estão sendo propostas pelo governo sejam boas para o Brasil, mas não adianta, Temer não está passando na goela de ninguém.

Ontem, ainda na Folha de São Paulo, reportagem demonstrando o patrimônio da família Bolsonaro demonstrou que a mídia está de olho no crescimento do deputado e que de agora em diante vão vasculhar a vida dele e de sua família. Ou seja, Bolsonaro que até o momento tem se mostrado livre de qualquer escândalo de corrupção vem sendo empurrado para o lamaçal em que está a maioria dos políticos brasileiros. Se a imprensa irá conseguir tirar Bolsonaro do páreo, ninguém sabe, só o tempo dirá. Mas que ele se prepare para os bombardeios que não vão ser poucos.

A mídia brasileira já se acostumou com o arroz com feijão oferecido aos eleitores entre PT e PSDB em todas às disputas e toda vez que uma voz que não seja desses dois partidos tenta se levantar tem sua vida vasculhada até que se ache algo que o desabone ou que o tire do jogo e o faça perder credibilidade. Em 2014, antes do trágico acidente que vitimou Eduardo Campos, um dia anterior no Jornal Nacional, o socialista foi questionado sobre uma possível prática de nepotismo em Pernambuco. Ele teria lutado pela eleição da mãe, Ana Arraes ao cargo de Ministra do TCU e de um primo de sua esposa a um cargo de conselheiro do TCE. Naquela ocasião, Eduardo se saiu bem dizendo que em nenhum deles havia tido influência política, pois ambos faziam parte dos quadros dos tribunais de contas e tinham assim todos os requisitos para pleitear a vaga.

Mas campanha política é assim. Já diz o ditado: Não quer ver a mãe sendo xingada? Não entre na política e nem pra ser juiz de futebol. 2018 está aí, e o jogo ainda nem começou e ele vai sim ser jogado de todas às maneiras. Afinal, o que está em jogo é a presidência da república do Brasil por 4 anos.

Fechando apoio - O Prefeito de Jaqueira, Marivaldo Andrade (PT) reuniu seus secretários municipais semana passada e trocou figurinhas sobre o seu apoio nas eleições de 2018. No entanto, o Prefeito não adiantou nomes e promete que até o mês de maio terá definido todos os seus candidatos nesta campanha.

Estadual - O Prefeito de Agrestina, Thiago Nunes (PDT) teve seu nome lembrado para disputar um mandato na Assembleia Legislativa deste ano. No entanto, Thiago voltou atrás e irá apoiar o deputado Guilherme Uchoa que tenta colocar na Câmara Federal o seu filho, Uchoa Junior.

Sem Palanque - Com o apoio de Carlinhos de Chico ao deputado estadual Clodoaldo Magalhães(PSB) e a João Campos que pleiteará uma vaga de federal, o deputado Guilherme Uchoa perdeu espaço em São Joaquim depois de anos vindo sendo votado naquela cidade. 

Só sendo piada - Pedro Lacerda colocou em seu face que está fechado com Guilherme Uchoa para estadual, Guilherme Uchoa Junior federal e Jair Bolsonaro presidente. A foto serviu de chacota não por conta de Pedro Lacerda mas pelas divergências nos apoios. Enfim, em ano eleitoral não precisa comprar DVD de Zé Lezin, pois os próprios políticos estão assumindo o papel de humoristas.

Olho no Prazo - Quem deseja fazer os concursos das prefeituras de Cupira, São Joaquim do Monte, Panelas, dentre outras, devem ficar de olho no edital e até quando vai o prazo de inscrição para não dormir no ponto.

Catende - O Vereador Erivaldo Melo (DEM) volta hoje à Câmara Municipal da cidade após três meses à frente da secretaria de governo em substituição ao filho do prefeito Josibias Cavalcanti, Alexandre, que voltou ao cargo. A Súmula Vinculante nº 13 dá ao prefeito e chefes dos executivos de indicarem parentes em cargos de primeiro escalão. 


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